MARCA E DESIGN

Criação de identidade visual em Porto Alegre

Identidade visual não é o logo. É o conjunto de decisões que faz a sua empresa ser reconhecida antes de alguém ler o nome dela. A Foxthree trabalha criação e atualização de marca em Porto Alegre, junto das frentes que vão aplicar essa identidade todos os dias: campanha, conteúdo, site e material impresso.

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O logo é a parte pequena

Quase todo pedido chega como “precisamos de um logo novo”. O logo é um elemento dentro de um sistema, e sozinho ele resolve pouco. Uma empresa com logo bonito e sem sistema visual continua produzindo peça que não parece dela.

O que faz uma marca ser reconhecida é a repetição: a mesma paleta, a mesma tipografia, o mesmo jeito de cortar imagem, a mesma hierarquia de informação, em toda peça. Isso é o sistema, e é o que falta quando cada material parece de uma empresa diferente.

O teste é simples: tire o logo de uma peça sua e mostre para alguém. Se ainda assim der para dizer que é da sua empresa, existe identidade visual. Se não der, existe um logo.

Quando vale redesenhar, e quando não

Trocar de marca é caro e joga fora reconhecimento acumulado. Por isso a primeira conversa serve para descobrir se o problema é realmente a identidade.

Vale redesenhar quando a empresa mudou de verdade e a marca ficou descrevendo outra coisa: mudou de público, de porte, de setor, ou juntou negócios que não conversam. Vale também quando a aplicação é inviável, o que acontece com marca desenhada para papel e que não sobrevive em avatar de rede social, em bordado ou em uma cor só.

Não vale quando o incômodo é cansaço interno. Marca que a equipe está cansada de ver costuma ser justamente a que o mercado começou a reconhecer. Nesse caso o que resolve é atualizar a aplicação, não refazer o desenho.

E não vale quando o problema é posicionamento. Marca nova em cima de mensagem confusa deixa a confusão mais bonita. Essa é a situação mais comum e a que mais dinheiro desperdiça.

O que entra no projeto

O manual é o que faz a marca sobreviver

Projeto de identidade entregue como um arquivo de logo e uma apresentação bonita desmonta em seis meses. O caminho é sempre o mesmo: alguém precisa de uma peça com urgência, não encontra a fonte certa, usa outra, e aquela peça passa a ser a referência da próxima.

O manual existe para que a decisão já esteja tomada antes da urgência. Quais cores, com quais códigos, em qual tipografia, com qual espaçamento mínimo em volta do logo, o que não pode ser feito. Quanto mais específico, menos depende de alguém lembrar.

Junto do manual entregamos os arquivos no formato que cada uso pede, incluindo os que a gráfica e o fornecedor de brinde vão pedir. Marca que só existe em um formato trava na primeira aplicação fora da tela.

Marca e o resto da comunicação

Identidade visual criada longe de quem vai usá-la costuma ser bonita e difícil de aplicar. O manual prevê usos que não aparecem, e não prevê o que a empresa realmente publica toda semana.

Aqui a identidade nasce perto das frentes que vão operá-la. Quem cuida das redes sociais sabe que aquela paleta precisa funcionar em vídeo vertical. Quem faz mídia paga sabe que o logo vai aparecer em um espaço pequeno. Quem faz o site sabe que aquela tipografia precisa existir em versão para web.

Isso não deixa o projeto mais barato, mas reduz a quantidade de decisão que fica para depois, que é onde a identidade normalmente se perde.

Perguntas frequentes sobre identidade visual

Quanto custa criar uma identidade visual?
Depende do alcance: marca nova ou atualização, quantas aplicações entram, se o posicionamento precisa ser resolvido no projeto e se há embalagem ou rótulo envolvido. Um projeto de logo e sistema básico e um projeto que inclui linha de embalagem são patamares diferentes.
Quanto tempo leva?
A parte de pesquisa e posicionamento costuma levar algumas semanas, e depende de quanto a empresa já tem definido. Desenho e refinamento vêm depois, com rodadas de apresentação. O que mais alonga o prazo é decisão interna sem dono definido.
Dá para fazer só o logo?
Dá, mas costumamos dizer antes o que fica de fora. Logo sem sistema visual e sem manual resolve o símbolo e não resolve a falta de unidade entre as peças, que é o motivo pelo qual a maioria procura.
Já temos logo e gostamos. Serve de ponto de partida?
Serve, e é um bom cenário. Muita empresa não precisa de marca nova, precisa de sistema em volta da que já tem: paleta definida, tipografia escolhida, regras escritas e arquivos organizados. Costuma ser mais rápido e preserva o reconhecimento já conquistado.
Quais arquivos recebemos no final?
As versões do logo em formato vetorial e em imagem, para tela e para impressão, incluindo as variações de cor e de proporção, mais o manual com as regras de aplicação. A ideia é que gráfica, fornecedor e equipe interna consigam trabalhar sem pedir arquivo novo a cada peça.
Vocês aplicam a identidade depois, nas peças do dia a dia?
Sim, e é o cenário mais comum aqui, porque as frentes de campanha, conteúdo, redes e site ficam na mesma casa. Também é possível entregar o projeto e o manual para a equipe interna aplicar.

Outras frentes da agência

Na maioria dos projetos, mais de uma dessas frentes trabalha junto. O escopo é montado a partir do que a sua empresa precisa agora.

Vamos conversar sobre o seu projeto?

Conte o momento da sua empresa e o que precisa resolver. A partir daí montamos um escopo que faça sentido, sem pacote fechado.

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